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Revista é anunciada na abertura do Coleprecor

Featured imageUma Revista que será produzida pelo Coleprecor foi o primeiro tema da abertura da 3ª reunião ordinária do Colégio de Presidentes e Corregedores de Tribunais Regionais do Trabalho, o Coleprecor, ocorrida na manhã desta segunda-feira (27), no Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília. A reunião foi aberta pelo presidente do Coleprecor, desembargador Valtércio de Oliveira, e e pela vice, desembargadora Denise Horta, que apresentou os temas da revista.

Os assuntos que serão abordados foram discutidos e distribuídos entre os magistrados que, entre outros, tratarão da PEC 32 e de sua importância para o Judiciário, do trabalho escravo e também do infantil, da mobilidade do juiz substituto, do confronto do artigo 15 do novo CPC, de prazos razoáveis e da duração do processo, da segurança institucional, do PJe-JT, da uniformização jurisprudencial, da distribuição diversa do ônus da prova no novo CPC, de embargos de declaração e das alterações da Lei 13015/2014, além de mais outros 12 assuntos que serão divulgados no blog do Colégio.

Uma comissão formada pelos desembargadores Denise Horta, vice-presidente do Coleprecor e corregedora do TRT3, James Magno Araújo Farias, corregedor do TRT16, e Edson Bueno de Souza, conselheiro do CSJT e presidente do TRT23, está responsável pela organização e seleção dos artigos.

Apresentação de sistema

Em seguida, a empresa OGS Digital, como convidada, apresentou uma ferramenta tecnológica chamada Piql como nova alternativa para a conservação permanente de arquivos físicos e digitais dos tribunais, além do sistema de migração desses sistemas. A solução vem sendo utilizada para a digitalização de documentos, com base na tecnologia cinematográfica, o que garante a durabilidade dos arquivos por até 500 anos. Segundo o diretor-comercial da empresa, Roberto Carminati, “além da preservação digital garantir o acesso contínuo de dados digitais pelo tempo que for necessário, trata-se de um processo seguro e confiável para ingerir, processar, armazenar, gerenciar, proteger, encontrar e acessar a informações digitais no futuro”.

Ele também apontou que o equipamento atual utilizado para guarda de arquivos digitais tem tempo de vida limitado, e precisa ser constantemente atualizado. O piql utiliza ainda a linguagem binária, o que garante os 500 anos de durabilidade. A visão de preservação de longo prazo é feito pela migração dos suportes, o que preserva a informação original, sendo impossível gravar por cima dela pela tecnologia aplicada.

O objetivo é acabar com o volume de dados que cresce exponencialmente, com custo e risco de migração de dados. O serviço utiliza meio ótico, não magnético e nem corrosivo. O piql não realiza a migração de dados, o que gera insegurança, em um ambiente de preservação utilizado para a produção de películas. Segundo o presidente da empresa, Irani Varella, o sistema guarda as informações “em fórmulas matemáticas e codificações que armazenam os documentos por séculos”, concluiu.

No período da tarde, o presidente do TST, ministro Barros Levenhagen, faz um pronunciamento às 14h30, e às 16h o conselheiro Saulo Casali, do CNJ, apresenta como tema “Precatórios”.

Secom – Coleprecor – (Léa Paula) – 27/4/2015

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